Por que fisiculturistas sempre respeitaram Leo Stronda, segundo Renato Cariani
Em participação no canal Fábrica de Monstros, apresentado por Leo Stronda, o treinador e empresário Renato Cariani explicou por que o cantor, influenciador e atleta sempre teve respeito dentro do meio do fisiculturismo — mesmo vindo originalmente da música, e não do esporte.
Durante o bate-papo, Leo relembrou sua trajetória e destacou a importância de Filipe Bragança, ceo da Integral Médica, em sua carreira. “Eu sou muito grato ao Bragança da Integral. Ele sempre foi um cara que me impulsionou, me levou para outro nível, me ajudou a me desenvolver profissionalmente e acreditou em mim. Na época em que fui contratado, eu era o primeiro artista brasileiro a entrar para uma marca que só tinha atleta. Eu cantava rap, falava de noitada, mulherada, bebida… nada a ver com o fitness. Mas eu tinha um shape bacana, e ele foi visionário em me chamar”, contou.
Cariani então completou, explicando o motivo de Leo não ter enfrentado resistência dos fisiculturistas. “Ele foi inteligente, porque sabia que você não ia receber hate. Mesmo sendo artista, você vivia o lifestyle. E o bodybuilding respeita quem vive o negócio. Se você não vive, esquece. Os atletas curtiam você porque viam que era real, que você treinava, suplementava, comia certo”, afirmou. Leo concordou, resumindo: “A boca mente, o shape não.”
Renato Cariani, Leo Stronda e fisiculturismo
Renato Cariani aproveitou o gancho para comentar sobre seu trabalho dentro da Integral Médica, onde ajudou a dar visibilidade a diversos atletas e personalidades do esporte: “Eu fiz um trabalho muito legal na Integral, principalmente trazendo atletas e construindo personagens. Foi um momento de expansão muito importante pro nosso cenário.”
A fala de Cariani reforça um ponto recorrente dentro do universo fitness: a autenticidade. No caso de Leo Stronda, que começou como músico no Bonde da Stronda — grupo de rap formado em 2006, no Rio de Janeiro —, o respeito veio porque ele viveu o que pregava.
Enquanto suas letras falavam sobre festas, treinos e o estilo de vida “playsson”, Leo também mostrava nos bastidores uma rotina intensa de academia, alimentação regrada e dedicação ao físico — algo que, segundo Cariani, sempre foi reconhecido pelos atletas profissionais.
“Quem vive o negócio de verdade é respeitado. E o Leo sempre viveu isso. Ele não entrou de carona: ele estava lá, treinando, suando, fazendo o que precisava ser feito. O shape dele falava por si”, concluiu Cariani.

